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Especialista aposta no coaching

Leia a matéria no Jornal Diário do Comércio

Em tempos de escassez de mão de obra qualificada e em que a retenção de talentos é ponto decisivo para aumentar os índices de competitividade, a qualificação e treinamento se tornam primordiais. Atenta a essa necessidade, a Alertse Qualificação Profissional, instalada no bairro de Lourdes, na região Centro-Sul, há oito anos no mercado, aposta na utilização de técnicas de programação neurolinguística (PNL) e coaching nos treinamentos, cursos e palestras.

De acordo com a especialista em PNL e coaching e diretora da Alertse, Chana Vasco, a empresa surgiu justamente da percepção que existia um hiato entre o planejamento e a execução das ações. “Uma coisa é saber o que precisa ser feito e outra é provocar efetivamente uma transformação. Percebemos que as pessoas tinham conhecimento, sabiam o que fazer, mas mesmo assim continuava a existir a procrastinação por vários motivos. A partir daí passamos a estudar a neurolinguística e o coaching para acelerar o processo de aprendizado”, explica Chana Vasco.

Os cursos, que são de curta duração, são organizados por demanda e costumam atender a alunos que estão em chanade gerência intermediária. Boa parte deles, técnicos que foram promovidos à gestores. “Muitos alunos chegam aqui com muito conhecimento técnico, porém com pouca experiência gestora. Então temos que despertar conhecimentos e habilidades que eles já têm. As técnicas vêm não para uma simples sensibilização como em uma palestra, mas para que os alunos se apropriem do aprendizado”, destaca a especialista.

O primeiro passo é compreender que as ferramentas já existem e o segredo é arquitetar estratégias para utilizá-las de forma eficiente. “Precisamos pensar em atender a dois públicos: a empresa que contrata o curso e o aluno. As pessoas sentem um alívio muito grande quando percebem que não precisam reinventar a roda. A partir disso a situação se torna mais leve e os resultados para os dois lados aparecem com mais facilidade”, aponta a diretora.

Os cursos são formatados depois de uma reunião chamada engenharia de cursos, onde os gargalos e os objetivos da empresa são traçados. As turmas têm, no máximo, 30 alunos. “Hoje o Recursos Humanos (RH) tem muitas ferramentas de gestão para identificar as demandas e a empresa chega bastante consciente de suas necessidades e fraquezas”, afirma.

Atualmente a Alertse conta com 18 facilitadores em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Os profissionais são treinados na metodologia e com grande experiência nas áreas de atuação. “Os facilitadores são profissionais de alta experiência e passam todo o tempo por qualificações. Nossos estudos evoluem a todo momento e exigem atualização”, completa.

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Grupo BNI chega a Belo Horizonte

Leia a Matéria no Diário do Comércio
Empresários e profissionais liberais se reúnem para trocar experiências; DIÁRIO DO COMÉRCIO é parceiro

Em um mercado cada vez mais competitivo, a colaboração pode ser a saída para que empresas e empreendedores se mantenham visíveis no mundo da concorrência globalizada. O Business Network International (BNI), fundado em 1985, tem como método formar grupos de empresários e profissionais liberais que se reúnem periodicamente para trocar referências entre si e indicarem-se uns aos outros. A organização acaba de chegar em Belo Horizonte, com o lançamento de dois grupos, que reúnem 50 membros no total.

De acordo com o coordenador das atividades do BNI Brasil, Ricardo Anselmo, Belo Horizonte foi escolhida dentro da estratégia de crescimento sustentado da organização e pela dinâmica da economia da região. “Depois de nos estruturarmos em São Paulo, buscamos uma região dinâmica, direcionando nosso crescimento para o Norte. A ricardo anselmoé que em um ano tenhamos entre 40 e 50 grupos na região metropolitana. Vamos usar a mesma estratégia para crescer no Estado, partindo da Capital para o interior, otimizando a logística”, explica Anselmo.

As reuniões semanais são estruturadas e realizadas sempre antes do expediente. “ a hora que o telefone não toca, a reunião não atrasou, o trânsito não ficou insuportável. Reunimos quem tem uma visão diferente, fugindo do comum. Cada um se torna um vendedor qualificado e gratuito para os demais. O objetivo não é fazer negócios apenas dentro do grupo, mas sim, que ele seja uma rede de contatos, indicando os membros para outros parceiros fora do grupo”, destaca o executivo.

Para participar, os futuros membros de um grupo são, normalmente, convidados a conhecer o sistema e quando se interessam em participar passam por uma avaliação de perfil. Os grupos têm, no mínimo, 20 membros de diferentes setores e atividades. Cada profissional tem exclusividade no seu ramo. As reuniões são realizadas em espaços cedidos e o café é rateado pelos participantes.

Parceria – Em Belo Horizonte dois grupos acabam de ser lançados. As atividades do Grupo Progresso tem início amanhã, dia 21. O DIÁRIO DO COMÉRCIO integra a iniciativa. De acordo com o diretor executivo do DC, Yvan Muls, a participação no Grupo Progresso vem ao encontro com as diretrizes estratégicas do Jornal. “Participamos do BNI incrementando nossas ações de integração e de fomento do ambiente de negócios, com o objetivo de compartilhar e oferecer oportunidades”, explica Muls.

Para o diretor, o papel do DIÁRIO DO COMÉRCIO vai além do simples noticiário. Ações como a realização de eventos como o “Desafios da Gestão”, a produção de páginas temáticas, edições comemorativas, a revista DC Análise, o Prêmio José Costa e a recente reformulação gráfica, entre outras, demonstram a busca do veículo em se tornar uma referência e um gerador de conhecimento para o mercado. “Todas essas iniciativas visam ampliar a percepção do DIÁRIO DO COMÉRCIO como um instrumento estratégico para o meio empresarial mineiro, trazendo conteúdo e análise”, completa o diretor.

O BNI conta com mais de 160 mil membros espalhados por 6,6 mil Grupos de Negócios em funcionamento em mais de 57 países. No ano passado, os membros do BNI passaram mais de 5,4 milhões de referências, as quais geraram mais de R$ 15 bilhões em negócios para os seus membros. No Brasil, só em 2013, foram passadas mais de 19 mil referências avaliadas em mais de R$ 28 milhões em negócios para os seus membros.

Anhanguera de Belo Horizonte promove semana de palestras gratuitas

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vc pode fazer a diferença

Profissionais renomados debatem sobre gestão e carreira durante Semana da Pós

Entre os dias 10 e 17 de março, a partir das 19h30, a Anhanguera de Belo Horizonte promoverá palestras gratuitas e abertas ao público durante a Semana da Pós.

Na terça-feira, dia 11, o evento contará com um debate entre o Prof. Idalberto Chiavenato, coordenador dos cursos de MBA da Anhanguera e autor renomado nas áreas de administração de empresas e recursos humanos, Marcos Hashimoto, professor e doutor em Administração e referência na área de empreendedorismo no Brasil, e Bruna Tokunaga Dias, gerente de orientação de carreiras da Cia de Talentos.

Os convidados falarão sobre “Gestão como Estratégia Organizacional” e debaterão desde os modelos inovadores de gestão à consolidação de cursos que formem administradores competitivos e de qualidade. O evento acontecerá em São Paulo, na unidade Vila Mariana, e será transmitido ao vivo para todas as unidades e polos da Anhanguera.

A Semana da Pós conta com a participação de profissionais de renome no mercado e representa uma excelente oportunidade de crescimento profissional. Na Anhanguera de Belo Horizonte, a palestrante Chana Vasco falará sobre ‘Quatro dicas da Coach para alavancar sua carreira’, no dia 12. Chana Vasco possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e também é mestranda em Administração na Universidade Fumec.

Programação presencial:
Data: 10/03, 19h30
Bill Morélix
Tema palestra: ‘Liderança Mágica’

Data: 11/03, 19h30
Bruno Alysson
Tema palestra: ‘Proteção Contra Incêndio e Explosões’

Data: 12/03, 19h30
Chana Vasco
Tema palestra: ‘Quatro dicas da Coach para alavancar sua carreira’

Data: 13/03, 19h30
Wille Muriel
Tema palestra: ‘Marketing – gestão e pós modernidade’

Data: 14/03, 19h30
Leonardo Carneiro
Tema palestra: ‘A Importância da Cadeia Logística na Empresa’

Data: 17/03, 19h30
CSM Sport & Entertainment
Tema palestra: ‘Copa do Mundo e Empregabilidade

Unidade: Faculdade Anhanguera de Belo Horizonte, unidade 2
Endereço: Antônio Carlos, 4157 Bairro São Francisco, Belo Horizonte

Serviço
A participação nas palestras é gratuita.
Para participar, os interessados devem inscrever-se no site http://zip.net/btmJfh, pois as vagas são limitadas.

Sobre a Anhanguera Educacional Participações S.A.
A Anhanguera Educacional Participações S.A é o maior grupo educacional da América Latina em número de alunos. Alinhada à nova fase de desenvolvimento do Brasil, a Instituição oferece ao jovem profissional conveniência e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação e extensão, contribuindo com o projeto de vida dos alunos de crescimento e ascensão profissional. A companhia é líder no uso de novas tecnologias no setor educacional e está presente em todos os estados brasileiros, com 70 campi e mais de 500 unidades de educação à distância, incluindo a Rede LFG, maior especialista na preparação e qualificação de profissionais para atuar com excelência no setor público. Reconhecida pelas melhores práticas de governança corporativa, ingressou na BM&FBovespa em março de 2007 e, atualmente, integra o Novo Mercado.

Fonte da notícia
Empresa:Priscilla Poubel
Contato:Priscilla Poubel
Telefone:–

Como o coaching pode fazer sua carreira decolar

Leia a matéria na Isto É Dinheiro

As oito etapas que farão sua vida profissional ser um sucesso

Por Keila Cândido

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Os serviços de coaching têm sido cada vez mais procurados por pessoas físicas e empresas. No Instituto Brasileiro de Coaching, por exemplo, nos últimos dois anos, cresceu  400% o número de alunos que passaram pela escola.

Coach, numa tradução inglesa, é o cocheiro –  aquele que leva alguém de um lugar a outro. Com um método baseado em perguntas, o consultor coach descobre quais são os desejos profissionais do coachee – pessoa que passa por esse processo – e o ajuda a concretizar o plano.

Foi assim com o economista Alexandre Martins. Depois de trabalhar mais de 30 anos em um banco público, Martins, de 54 anos, decidiu que era hora de mudar. Estabilidade no trabalho não era bem ele queria. Martins desejava continuar crescendo profissionalmente. O cenário na companhia na qual trabalhava não indicava possibilidade para ascensão. Foi então que, em 2010, aos 51 anos, pediu demissão e se aposentou por conta própria, com o dinheiro acumulado durante anos de contribuição previdenciária.

Ainda sem saber o que fazer dali para frente, ele procurou um coach. Alguns encontros depois, ele já estava com a nova carreira definida.   “O coaching foi extremamente importante na naquele momento de transição”, avalia. Hoje, o economista dá aulas no curso de pós-graduação em uma universidade de Brasília e é consultor em empresas.

Aperfeiçoamento

Ascender na carreira, encontrar um novo rumo profissional, aprender a melhorar o relacionamento interpessoal ou liderar equipes são algumas das necessidades dos coachees. O coaching é planejado em etapas e tem início, meio e fim. Quando o coachee começa o processo, tem de saber aonde quer chegar. Tendo claro qual é o resultado pretendido, o coach ajuda seu cliente a desenvolver habilidades técnicas ou  comportamentais, em curto espaço de tempo. “Fiz várias reflexões sobre minha atuação profissional e isso fez com que melhorasse meu preparo para o mercado”, disse Martins.

Não raro, o coaching é comparado à terapia psicanalítica, mas o método é bem diferente. De maneira focada no objetivo do profissional que busca o serviço, o coach o capacita a fazer coisas que ele julga impossíveis, mostra as possibilidades que tem mas não consegue enxergar, e o acompanha no processo de mudança.  “O coaching intervém na vida das pessoas mais rápido do que os processos psicoterápicos convencionais”, diz Homero Reis, da Homero Reis e Consultores.

Traumas e superações

O coaching não lida com aspectos do passado, traumas ou a causa do problema, como na psicoterapia. Seu foco é a solução. Se o coachee tem uma frustração, o consultor pergunta qual foi o aprendizado tirado dessa experiência e como isso pode ser usado para acertar no presente e no futuro.

Segundo Richelli Sachetti, da Sociedade Brasileira de Coaching (SBCoaching), há muitas pessoas referindo-se a esse tipo de serviço como auto-ajuda. Ela discorda. “No coaching, a pessoa precisa ter um objetivo claro e definido”, diz. Para a especialista, quando alguém procura um mentor é porque não quer mais ficar a mercê dos acontecimentos, à espera de uma promoção e começa a agir para que tudo aconteça. “A pessoa estuda e se desenvolve para que o chefe ou o mercado o veja como alguém preparado para ocupar tal cargo”, diz.

Objetivos

Com o objetivo definido, coache e coachee combinam a quantidade de encontros ou o tempo necessário. As sessões de coaching duram o tempo que a pessoa determinar, e varia de acordo com o projeto dela. A média de sessões é de dez encontros, uma ou duas vezes por semana.  A cada sessão, o cliente sai com um plano de metas que deve ser seguido. As ações serão analisadas posteriormente para que coach e coachee percebam o quanto se aproximou do objetivo.

Como subir na carreira?

Subir na carreira é o sonho de muitos, mas conseguir realizar pode não ser tão fácil – e nem rápido. Antes de o objetivo acontecer, muitos fatores devem ser considerados, como a análise de cenário. Se a empresa oferece espaço para ascensão, se a pessoa está capacitada para assumir um cargo mais alto, se tem competências necessárias para ser um líder .  

“É preciso avaliar o meio ambiente que essa pessoa está para tomar as melhores decisões. Não adianta prometer que ele será promovido, se nem existe a vaga disponível para que isso aconteça”, Richelli, da SBCoaching.

Neste caso, mesmo que não exista a oportunidade ideal, é preciso se preparar para quando esse momento chegar. E, mesmo que a promoção não aconteça dentro da empresa, o mercado poderá se interessar por um profissional qualificado. No processo de coaching há um planejamento que é divido em oito passos. O máster coach José Roberto Marques, do Instituto Brasileiro de Coaching, compartilhou com a DINHEIRO os oito etapas trabalhadas no processo de coaching para que o couchee possa subir na carreira.

1º Encontro. O coach pergunta quais são as diretrizes profissionais do coachee, o que ele quer alcançar.

2º Encontro. Os dois estabelecem objetivos realistas. Fazem uma análise do cenário em que o couchee está: qual posição ele ocupa, quanto ele ganha, qual a pretensão salarial futura e qual a viabilidade disso acontecer. 

3º Encontro. O coach faz um mapa da rede relacionamentos do coachee e como o networking dele vai ajudá-lo a se colocar na posição almejada.

4º Encontro. O coach discute as expectativas de valor do coachee. Isso significa saber quais são os valores que norteiam a vida do coachee e porque ele quer mudar, o que o movimenta para o novo trabalho ou posição. 

5º Encontro. Os dois definem uma ação focada para o objetivo acontecer. O coachee vai fazer entrevistas, vai mandar currículos, vai sondar a possibilidade de uma promoção dentro da companhia em que está trabalhando atualmente, etc. 

6º Encontro. Analisar a competitividade. O coachee precisa saber se está preparado em relação a concorrência. Se ele quiser, por exemplo, ganhar R$ 50 mil, deve saber qual é o perfil do profissional que ganha esse salário e o que precisa ser feito para alcançar o nível deste profissional. 

7º Encontro. Determinar as ações e trabalhar as competências que não tem. Se quiser ser diretor, ele deve saber o que precisa fazer para alcançar essa posição. 

8º Encontro. Coach e coachee analisam o que foi feito nos encontros anteriores e o que falta fazer para alcançar o objetivo. Nesse encontro, o coachee sairá com um planejamento do que fazer nos próximos seis meses e permanecerá em contato para que o coach saiba como anda o processo rumo à ascensão na carreira.

Como realizar reuniões mais eficazes

Comunicação e Marketing para Pequenas e Médias Empresas na ACMinas

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